A Vida É Bela

A Vida É Bela

Disponível em iTunes, HBO Max
“Esta é uma história simples. Mas não é fácil de contar. Como uma fábula, tem mágoa, tem momentos de espanto e tem felicidade.” Conseguimos imaginar-nos a rir perante representações do Holocausto? Parece que o poder da imaginação consegue mudar a realidade nesta absoluta obra-prima cheia de risos e lágrimas e vencedora de três Óscares. Estamos em 1939, em Arezzo, na Itália. Guido é um judeu romântico e alegre que quer abrir uma livraria. Entretanto, trabalha como empregado de mesa no Grand Hotel com o tio. Quando conhece Dora, a quem chama “princesa”, esta está noiva de um oficial fascista, o que não o impede de se apaixonar por ela. Passam alguns anos, e Guido e Dora casam-se e têm um filho, Giosué. Em 1944, Guido e a família têm de lidar com as leis raciais antijudaicas numa Itália fascista. A comédia leve torna-se mais sombria quando os nazis levam Guido e Giosué para um campo de concentração e Dora insiste para ir no mesmo comboio para se juntar à sua família. Guido leva o filho a acreditar que o cativeiro não passa de um jogo, no fim do qual, quem marcar mil pontos ganha um tanque. A guerra acaba e, na confusão de fecharem o campo antes da chegada dos Aliados, Guido esconde Giosué numa caixa de derivação e tenta libertar Dora, pondo em risco a sua hipótese de sobrevivência. Os alemães veem-no e prendem-no, mas, antes de ser executado, vira a cabeça para piscar o olho ao filho. Nas cenas finais do filme, vemos os últimos alemães a abandonar o campo. Giosué sai do seu esconderijo e sobe para um tanque americano. Convencido de que ganhou o primeiro prémio, abraça Dora e grita, alegremente: “Mãe, ganhámos!”
Com Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giorgio Cantarini
Realização Roberto Benigni